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Coluna

James Silver: pele, maquiagem, outubro rosa

Confira os destaques do colunista na edição desta sexta

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GREEN

Uma reunião do Grupo Técnico de Acompanhamento (GTA), no final da tarde da quarta, montou uma verdadeira força tarefa – com participação da Defesa Civil, Ressocialização+Inclusão Social – enviando reeducandos para colaborar com o trabalho de retirada do óleo das praias de Alagoas..

GREEN II

Para marcar neo lançamento – que garante mais firmeza e nutrição para a pele – voltado para balzaquianas e afins, um time de influenciadoras se reuniu na Fabricatto, em meio à II Mostra Arq+Design
Para marcar neo lançamento – que garante mais firmeza e nutrição para a pele – voltado para balzaquianas e afins, um time de influenciadoras se reuniu na Fabricatto, em meio à II Mostra Arq+Design | Foto: Divulgação

Já um grupo de 30 estudantes do Instituto Federal de Alagoas participou nesta quinta de um mutirão de retirada de manchas de petróleo que chegaram a Maragogi. A ação, organizada pelos alunos dos cursos de Hospedagem e de Agroecologia da instituição de ensino, ocorreu nas praias de Peroba e de Ponta de Mangue.

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GREEN III

Uma marca de maquiagem organizou a Expoluição na Avenida Paulista, como parte do lançamento de seu CC Cream Antipoluição 10 em 1. A exposição informa e conscientiza sobre as consequências, muitas vezes invisíveis da poluição, como a formação de radicais livres que resultam em envelhecimento precoce e diminuição do colágeno.

PINK

Em clima de Outubro Rosa, a campanha “Não desistimos” by Carolina Herrera enfatiza a importância da união e da esperança: amor, família e amizade são cruciais na luta diária contra a doença. “Tudo conta; o apoio médico e farmacêutico é crucial, mas carinho também é fundamental. Vários estudos demonstraram que carinho e esperança aumentam as chances de uma cura melhor. Os resultados clínicos melhoram graças ao amor, ao otimismo e à felicidade”, diz a estilista.

ARCO-ÍRIS

Gabriel Figueiredo – Gabbe para os íntimos, ou melhor, o mercado – vai fazer sua estreia nas passarelas aos 26 anos. O modelo levanta a bandeira da questão de gênero e sexualidade, pois é um homem gay andrógeno. A sua feminilidade é muito forte, mas ao mesmo tempo, isso não o torna Trans, pois ele não se sente uma mulher, e segundo Gabriel, isso é libertador. Na 48 edição da SPFW, o modelo fará sua estreia desfilando por uma marca sem gênero, a Another Place, e comemora o fato da moda estar mudando e dando visibilidade para diversos tipos.

PING PONG

LETÍCIA PIRES volta às passarelas da SPFW, integrando o cast de modelos da grife Aluf. Vestindo manequim 44, a bela conversou com a coluna – no backstage da semana de moda – comemorando a diversidade de corpos na passarela:

Há luz no fim do túnel da passarela?

Tenho feito trabalhos para marcas que não são só para mulheres curves ou plus, mas sim para as marcas ditas ‘convencionais’. O mercado tem integrado corpos mais diversos e é isso que retrata a realidade humana.

E essa coisa de ser rotulada?

Na Way somos modelos, e ponto final. Sem rótulos de plus, curves, ou o que quer que seja. Não há um departamento segmentado, que separe as pessoas. Todos se integram no casting, e foi algo que achei muito legal.

Desde quando você percebeu o movimento de inclusão de corpos diversos na moda?

Em 2013 era tudo muito novo no Brasil, mas apostei e consegui. A gente trabalhava bem menos no início, e apenas para marcas segmentadas. Hoje, fazemos trabalhos para todos os tipos de marcas. O rótulo, seja qual for, limita, padroniza. A quebra de padrão é justamente não criar novos padrões, quaisquer que sejam, nem segmentar pessoas, mas sim entender todo indivíduo como único. Isso é libertador...

Nem curves, nem plus size. Sou ‘my size’. Posso trabalhar com o corpo que eu tenho. Vestindo manequim 44, tenho meu espaço, e está sendo maravilhoso.

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