TÁ CHEGANDO A HORA
ASA encerra nesta sexta-feira (10) a preparação para clássico com o CSE
Alvinegro faz último trabalho no Estádio Coaracy da Mata Fonseca
O clima para o quinto Clássico do Interior em 2024 está fervendo as estruturas do Agreste de Alagoas. E o ASA está quase todo fechado para o duelo contra o rival CSE, já que encerra a sua preparação nesta sexta-feira (10), em casa, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca.
Nessa quinta-feira (9), o plantel alvinegro fez um trabalho técnico no campo do Fumeirão, no período da tarde. A imprensa pôde acompanhar a atividade por alguns minutos, no entanto, o treinador Rodrigo Fonseca preferiu manter o mistério em termos de escalação.
A última atividade será na manhã desta sexta-feira (10), com portões fechados. À tarde, os jogadores já entram no período de concentração para encarar o Tricolor, no Juca Sampaio.
MISTÉRIO
Para este sábado (11), dia do jogo, há um treinamento programado, mas apenas para os atletas que não viajarem para Palmeira dos Índios. O ASA deve seguir o procedimento de jogos anteriores, onde fez mistério e optou por não divulgar os nomes dos jogadores relacionados.
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Há uma expectativa para uma possível aparição do centroavante Júnior Viçosa, que vem convivendo com lesões, desde o ano passado. Contudo, a sua aparição é difícil.
Outra dúvida é no meio-campo, já que Wescley deve ser relacionado, após se recuperar de uma lesão. Ele disputa posição com Bruno Menezes, que foi bem na vitória contra o Petrolina.
Durante entrevista coletiva nessa quinta-feira (9), o técnico Rodrigo Fonseca falou sobre a semana de trabalho, em tom de otimismo.
“Semana boa, bem produtiva. Queremos que tudo aquilo que trabalhamos durante a semana seja colocada em campo para que a gente consiga um bom resultado”.
O treinador, inclusive, esteve no CSE no início da temporada e deu sua visão sobre o que encontrará no Estádio Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios.
“Sabemos que jogar lá é difícil, o campo é mais curto, jogo de contato. Estamos trabalhando em cima disso, para que possamos ser mais competitivos. O adversário é sempre perigoso”.