Cidades
Servidores dizem que Lifal est� sucateado
O Laboratório Industrial Farmacêutico de Alagoas (Lifal) está trabalhando com o mínimo da sua capacidade produtiva e teve o quadro de servidores reduzido a menos de um terço, ao longo dos últimos dez anos. Além disso, teve registro de medicamentos negados e está sendo obrigado a incinerar remédios que não conseguiu comercializar. Toda essa situação, exposta durante entrevista, ontem pela manhã, pelos dirigentes do Sindicato dos Petroleiros e Químicos dos Estados de Alagoas e Sergipe (Sindpetro), compõe, na avaliação da entidade, ?um quadro onde se pinta um cenário de sucateamento, provavelmente para justificar um processo de privatização do órgão ou de parceria público-privada?, como diz o diretor do Sindpetro Paulo Roberto dos Santos. Com outros diretores, ele mostra que, desde administrações passadas, o Lifal vem acumulando situações de irregularidades, muitas delas já denunciadas no Ministério Público Estadual (MPE).