Cidades
Professores do Pr�-Jovem denunciam irregularidades
Professores do Programa Pró-Jovem Urbano do Estado de Alagoas denunciam que, no fim de 18 meses de trabalho, eles não terão direito aos pagamentos referentes aos serviços prestados. Eles pedem imediatas providências quanto à devida regulamentação da assinatura da carteira e consequente pagamento da rescisão dos trabalhadores. Afirmam que a carteira de quase 300 profissionais ? entre eles professores, monitores e merendeiras ? foi assinada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, mas não tem validade alguma porque o prazo previsto para a prestação do serviço não foi estipulado no documento. Também seria solicitado aos profissionais que efetuassem pagamentos ilegais, como o Imposto Sobre Serviço (ISS). * Sob a supervisão da editoria Cidades