Cidades
Esta��o de tratamento est� sucateada
A professora Francine Melo, que vive no Conjunto Mocambo, periferia da capital, não esconde sua revolta quando questionada sobre a necessidade de ter de conviver com a fedentina proveniente de uma imensa e abandonada estação de tratamento de dejetos humanos, coletados nas milhares de residências do complexo residencial Benedito Bentes. ?O pior é ter de preparar o alimento sentindo o mau cheiro que vem da cratera?, queixa-se a educadora. O buraco a que se refere Francine Melo integra uma das três lagoas de decantação, criadas há mais de duas décadas pela Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), para tratar o excremento produzido em milhares de lares de um dos maiores bairro de Maceió. Ocorre que o projeto não cumpre com sua função faz muito tempo. Isso porque, segunda explica a empresa, vândalos daquela região roubaram os equipamentos (bombas) de tratamento dos resíduos.