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Nº 5718
Cidades

Greve na Sa�de pode come�ar na quinta-feira

Os servidores de nível superior da Saúde ameaçam paralisar suas atividades, a partir desta quinta-feira, caso o governo não atenda ao reajuste do salário-base de 136 reais para 200 reais à categoria da Saúde. A decisão será tomada durante assembléia-geral

Por | Edição do dia 03/09/2002 - Matéria atualizada em 03/09/2002 às 00h00

Os servidores de nível superior da Saúde ameaçam paralisar suas atividades, a partir desta quinta-feira, caso o governo não atenda ao reajuste do salário-base de 136 reais para 200 reais à categoria da Saúde. A decisão será tomada durante assembléia-geral, que será realizada na quinta-feira, às 9 horas, no Centro Formador de Recursos Humanos (CFRH), localizado no Centro. Segundo informou o presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Wellington Monteiro, há três meses os sindicatos da Saúde solicitam audiência com o governador do Estado para tratar do assunto, mas até o momento ele não atendeu à categoria. Ele salientou, ainda, que, em maio passado, os sindicatos chegaram até a encaminhar um documento ao Palácio do Governo, requisitando o aumento do salário-base, bem como constando o valor do impacto financeiro no valor de R$ 1.756.968,27, que seria gerado com aumento do salário-base. “Mesmo com a apresentação do valor o do impacto financeiro, o governo não tomou nenhuma posição que beneficiasse a categoria”, criticou. Com o salário-base passando para 200 reais, por exemplo, segundo o presidente, o servidor do nível superior e com carga horária de 20 horas, receberia R$ 200 do salário-base, mais R$ 806,00 do Adicional de Incentivo à Saúde (Adisa), totalizando R$1.006,00. Já no regime de urgência, o servidor com carga horária de 20 horas receberia 200 reais, mais 984,00 da Adisa, totalizando 1.184,00. “Há 8 anos os servidores da Saúde estão sem aumento salarial. Não podemos aceitar essa situação” - frisou. Monteiro revelou, ainda, que os servidores de níveis superior, médio e elementar da Saúde prometem encaminhar dentro de 90 dias um Plano de Cargos e Salários (PCS) aos órgãos do Estado, que ofereça melhorias ao salário dos trabalhadores. Ele esclarece que a criação do Plano de Cargos e Salários (PCS) está de acordo com a lei federal de número 8.142, que estabelece que no prazo de dois anos após a instalação do Sistema Único de Saúde (SUS), o Estado, município ou União elabore o Plano de Cargos e Salários ( PCS).

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