Cidades
Sem custeio, posto m�dico pode fechar
Um posto de atendimento médico e odontológico que funciona em área cedida pela Cruz Vermelha Brasileira, em Mangabeiras, está prestes a fechar, devido à falta de interesse do poder público na sua manutenção. Sem custeio, a unidade, que tem na fachada a inscrição da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), não tem dinheiro para comprar material de consumo e pagar a energia, que já acumulou 5 meses de atraso e está com data de corte marcada para o próximo dia 30. ?Há meses os profissionais estão bancando de seu próprio bolso os custos de material de limpeza e de consumo. E durante algum tempo fizemos uma cota para garantir o pagamento da energia. Mas desde o mês 7 não deu mais para continuarmos pagando?, diz a médica Sônia Venir, diretora do posto. Segundo ela, a manutenção da unidade sempre foi custeada pelo Estado. Mas na gestão de Kátia Born à frente da Sesau houve um entendimento de que não havia amparo legal para o vínculo do posto com o Estado e o custeio foi suspenso, mas os funcionários foram mantidos.