Cidades
Hospitais descartam possibilidade de erro
Mesmo com caso de troca de substância provocada por erro humano já registrado em unidades de saúde de Alagoas, um dos farmacêuticos do Hospital Geral do Estado (HGE), LindoJohson Diniz, ressaltou que a fatalidade que resultou na morte de uma menina de 12 anos em São Paulo ? devido ao erro de uma auxiliar de enfermagem que aplicou vaselina ao invés de soro na criança ? é algo impossível de acontecer em Alagoas. De acordo com o farmacêutico, a possibilidade deste tipo de erro está descartada de acontecer no Estado porque as unidades de saúde recebem vaselina e soro em recipientes bem diferentes. Além disso, a manipulação das duas substâncias acontecem em áreas restritas dos hospitais, e geralmente nos recipientes originais. ?Falhas sempre estão propícias de acontecer. Entretanto, para evitar esse tipo de erro aqui no HGE, tanto o soro como a vaselina são armazenados separadamente e nas embalagens originais, algo que impede que alguém confunda as substâncias?, explica.