Cidades
Estado faz pagamento de sal�rio com cortes
Um erro nos contracheques dos servidores públicos do Estado da área de saúde e dos agentes penitenciários gerou tumulto e revolta nas repartições do Hospital Geral do Estado (HGE), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e nas unidades prisionais de Maceió. Enquanto os novos secretários assumem o governo com um reajuste de 135% nos salários, deputados e vereadores aprovam os próprios proventos para R$ 20 mil e R$ 14 mil, respectivamente, os servidores efetivos se assustam ao ver o extrato e perceber que não receberam os adicionais noturnos, o que gerou um desconto de até R$ 430. Ao notar a diferença no salário, agentes penitenciários do sistema prisional decidiram parar as atividades e fechar as portas dos presídios, não permitindo a última visita do ano, que aconteceria na manhã de ontem. Erro no sistema teria gerado corte | ISAAC MORAES - Repórter O secretário de Gestão Pública do Estado, Guilherme Lima, por intermédio de sua assessoria, explicou o motivo da defasagem nos salários dos servidores da primeira faixa salarial: o sistema de nome ?Lógica?, utilizado pela secretaria para a confecção da folha de pagamento, foi substituído pelo sistema ?Integra? e a migração de um sistema para o outro teria ocasionado o erro nos contracheques dos servidores. O secretário explicou ainda que há uma folha suplementar sendo realizada e que o erro será corrigido, contemplando todos os servidores que foram prejudicados pelo corte. A Secretaria de Estado de Gestão Pública (Segesp) assegura que, até a próxima segunda-feira, dia 3 de janeiro, a folha suplementar será enviada para a Secretaria da Fazenda (Sefaz), com o objetivo de resolver a situação o mais rápido possível.