app-icon

Baixe o nosso app Gazeta de Alagoas de graça!

Baixar
Nº 5750
Cidades

Jornada discute depress�o na inf�ncia e adolesc�ncia

O número de crianças que sofrem de depressão vem crescendo nos últimos tempos, aumentando a preocupação dos profissionais da área de saúde mental. A depressão na infância e na adolescência é um dos temas em discussão na XVII Jornada Alagoana de Saúde Men

Por | Edição do dia 06/09/2002 - Matéria atualizada em 06/09/2002 às 00h00

O número de crianças que sofrem de depressão vem crescendo nos últimos tempos, aumentando a preocupação dos profissionais da área de saúde mental. A depressão na infância e na adolescência é um dos temas em discussão na XVII Jornada Alagoana de Saúde Mental, que se realiza até hoje, no auditório da Escola Fazendária, em Jacarecica. O evento é uma promoção da Associação Alagoana de Psiquiatria (AAP) e do Hospital Escola Portugal Ramalho, contando com a participação de 250 profissionais. Além de palestras, estão sendo realizados cursos durante a jornada. O diretor da Associação Alagoana de Psiquiatria, Audênis Lima Peixoto, informou que a Jornada é realizada anualmente, desde 1985, com o objetivo de promover a atualização científica e apresentar as novidades aos profissionais da área de saúde mental. Este ano, a Jornada aborda os temas relacionados à saúde mental na infância e na adolescência. Audênis reconhece que a assistência na área de saúde mental de crianças e adolescentes, principalmente no setor público, ainda é deficiente. Além do medo de levar os filhos a um psiquiatra ou psicólogo, para que não sejam considerados “loucos”, questões econômicas também fazem com que os pais deixem de procurar ajuda médica. “No caso do autismo, por exemplo, esse tipo de problema se apresenta antes dos três anos de idade. Mas, muitos pais preferem levar o filho ao pediatra quando suspeitam de algum problema”, exemplifica Audênis. Ele salienta que uma criança que apresenta transtornos de atenção e hiperatividade pode ser tratada à base de medicamento ou mesmo de terapias adequadas, mas muitos pais relutam em levá-la a um psiquiatra ou psicólogo.

Mais matérias
desta edição