Cidades
Comerciantes reclamam de estrutura
Quatro dias depois da solenidade de inauguração do Mercado Popular de Maceió pelo prefeito Cícero Almeida, pouquíssimos comerciantes atenderam ao prazo dado pela prefeitura, de 48 horas, para ocupação dos quiosques espalhados pelo prédio onde funcionava a Central de Abastecimento da capital (Ceasa). Ontem à tarde, ainda não havia comercialização de produtos no recinto. ?Não há qualquer condição de trabalho aqui ainda. A estrutura física é muito boa, mas o quiosque não tem sequer ponto de energia elétrica?, queixava-se Alexandre Luz, revendedor de telefones celulares. ?Hoje, perdi de fazer negócios com clientes já antigos porque não tinha como testar aparelhos e baterias?, completou o autônomo. Edvan Soares, também revendedor de telefones celulares, era outro comerciante que ultimava detalhes no quiosque a que tem direito na antiga Ceasa. Ele montava prateleira para exposição de seus produtos quando demonstrou preocupação com os improvisos da estrutura, sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Trabalho (Semtabes).