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Nº 5758
Cidades

Servidores municipais participam de marcha e rejeitam reajuste de 5%

Milhares de servidores públicos municipais ligados ao sindicato da categoria paralisaram, ontem pela manhã, suas atividades e durante assembléia promovida na Praça Marechal Deodoro, diante da Câmara de Vereadores do município, rejeitaram a proposta apre

Por | Edição do dia 11/09/2002 - Matéria atualizada em 11/09/2002 às 00h00

Milhares de servidores públicos municipais ligados ao sindicato da categoria paralisaram, ontem pela manhã, suas atividades e durante assembléia promovida na Praça Marechal Deodoro, diante da Câmara de Vereadores do município, rejeitaram a proposta apresentada, na tarde da última segunda-feira, pelo Executivo municipal de conceder-lhes reajuste salarial de 5%, quando a categoria pleiteia aumento de pelo menos 15%. Depois do protesto em praça pública, o grupo de servidores marchou rumo à sede da Prefeitura, onde protestaram ainda contra o baixo valor do menor salário pago pelo município, que é de R$ 210. Segundo Ângela Padilha, presidente do sindicato dos servidores do município, o último reajuste salarial data de 1998, quando a categoria conquistou aumento salarial de 10%. “Não tivemos aumento algum desde então. Observamos defasagem em nossos vencimentos e consideramos justa a luta pelo reajuste de no mínimo 15%”, explica a representante dos servidores, segundo a qual a paralisação de advertência pode culminar em paralisação definitiva caso a prefeita Kátia Born não acene com proposta satisfatória aos anseios da categoria. Reunidos diante da Câmara de Vereadores, na Praça Marechal Deodoro, os servidores decidiram ainda em assembléia rejeitar a proposta lançada pela prefeita, no fim da tarde da última segunda-feira, de conceder reajuste de 5%. “Queremos reajuste de 15% e ainda elevação para R$ 230 reais no valor do menor salário pago pelo município, que é de R$ 210 reais”, ressaltou Ângela Padilha. “Também rejeitamos a proposta de concessão de abono que varia de R$ 10 a R$ 50”, completou. Ângela informou ainda que a categoria vem mantendo, há pelo menos dois meses e sem muito sucesso, contato com a prefeita Kátia Born e seus assessores no sentido de chegar a um acordo favorável às pretensões da categoria. “Estamos conclamando os servidores do município a unirem forças no sentido de pressionarmos a Prefeitura a sentar à mesa e negociar uma real proposta que atenda às nossas reivindicações”, disse.

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