Cidades
Mutir�o revisa processos de detentas
A cidadania foi levada para dentro do Presídio Feminino Santa Luzia. E não ficou atrás das grades. O mutirão carcerário realizado ontem, com revisão processual e o Balcão de Direitos, ofereceu atendimento e oportunidades para as 114 mulheres que temporariamente perderam a liberdade, mas não poderiam ser privadas de seus direitos. Apenas 27 delas já foram condenadas e 87 aguardam o julgamento no cárcere A atuação conjunta da Defensoria Pública, Vara de Execuções Penais, direção do presídio e Secretaria de Estado da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos garante a expedição de documentos, progressão de regime para o semiaberto, agilização de processos e garantia de direitos, como esperar pelo dia do julgamento em liberdade. A gerente do presídio, Cinthya Moreno, destaca a parceria com órgãos como o Instituto de Identificação, Superintendência Regional do Trabalho, Tribunal Regional Eleitoral e Caixa Econômica, que garantem a emissão de documentos como carteira de identidade, carteira de trabalho, título de eleitor e CPF.