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Alimentos correm risco de se estragar

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Arapiraca ? Cerca de 3.270 toneladas de feijão e farinha armazenados nos armazéns da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Palmeira dos Índios e Arapiraca, correm o risco de ficar estragadas se não forem distribuídas para instituições de caridade e famílias de baixa renda. De acordo com denúncia do presidente do Sindicado dos Trabalhadores Rurais de Arapiraca, Geraldo Balbino, todo o produto comprado pela companhia, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), a partir de agosto do ano passado, está parado nos galpões. ?Imagine quantas famílias poderiam ser ajudadas com esses alimentos. O feijão e a farinha não estragam de uma hora para outra, mas à medida que o tempo passa, eles vão perdendo a qualidade. Mesmo protegidos por lonas, os galpões não oferecem uma estrutura adequada para suportar o inverno?, disse Geraldo Balbino. Mais de 300 mil pessoas ficam sem água potável | LÁZARO CALHEIROS * - Estagiário Mais de 300 mil pessoas vão ficar sem água na região do Agreste, entre às 18 horas da próxima segunda-feira e às 18 horas de quarta. A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) informou que o abastecimento será suspenso para manutenção nas adutoras do sistema coletivo de distribuição do Agreste, que fornece água para 10 cidades da região. A assessoria de comunicação da Casal informou que as cidades atingidas serão São Brás, Olho D?Água Grande, Campo Grande, Girau do Ponciano, Feira Grande, Lagoa da Canoa, Coité do Nóia, Craíbas, Igaci e Arapiraca. Enquanto isso, durante uma semana, Palmeira dos Índios, a Casal fará rodízio na distribuição de água. Uma equipe técnica da Casal viajará na próxima segunda-feira, para São Brás, onde fica o reservatório de água do sistema coletivo do Agreste, para fazer uma manutenção corretiva e tentar localizar algum defeito que possa prejudicar o fornecimento de água no futuro. * Sob a supervisão da editoria de Cidades Audiência debate venda de leite cru Arapiraca ? Após operação ter apreendido mais de 1.300 litros de leite cru em Arapiraca, o município pode se tornar pioneiro em relação ao fim do comércio do produto in natura. De acordo com o promotor Napoleão Amaral Franco, o Ministério Público (MP) deverá se empenhar para acabar com a venda de leite sem anterior pasteurização. ?Em reunião com a promotora Dalva Tenório [titular da promotoria de Meio Ambiente] vimos que Arapiraca pode servir de ?piloto? para a aplicação da lei que proíbe o comércio de leite cru em todo o Estado. Apesar de a cidade não ser grande produtora, proporcionalmente é uma das maiores consumidoras de leite do Estado?, afirmou o promotor, durante audiência pública realizada ontem em Arapiraca. PB

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