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Grevistas querem reuni�o conjunta com governo e TJ

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O portão principal do Palácio República dos Palmares tem cartazes com fotos do governador Teotonio Vilela ostentando um grande nariz de Pinóquio. Quem passa por lá, escuta uma nova versão do jingle de campanha do PSDB. ?É Téo, é Téo, é Téo/ Você veja que tormento/ O povo sem segurança/ E o servidor sem aumento?. O escárnio ao governo faz parte da mobilização dos servidores estaduais, que montaram acampamento na frente da sede de governo, desde a noite de domingo. Com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o reforço de movimentos sem-terra, os servidores em greve pretendem infernizar o governo, na base do achincalhe, para conseguir iniciar as negociações por reajuste. Com a decretação da ilegalidade das greves, antes mesmo de começarem, os servidores também não pretendem poupar nem o Tribunal de Justiça. Assembleia deixa estudantes sem aula | FÁTIMA ALMEIDA - Repórter A assembleia dos trabalhadores da Educação, ontem pela manhã, deixou alunos da rede estadual, mais um dia, sem aula. Algumas escolas até funcionaram, mas faltaram professores. A categoria, que inicia a negociação da data-base, não está em greve e nem votou indicativo para isso na assembleia de ontem ? já que há uma decisão judicial impedindo-a de paralisar as atividades ? mas está em vigília permanente desde o último domingo, junto com outros trabalhadores, em frente ao Palácio do Governo, cobrando avanço nas negociações. Ontem pela manhã, puxada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteal) e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), a categoria saiu em caminhada pelo Centro, até o local da vigília. Junto com outras categorias, o movimento ameaçou ocupar a Secretaria de Planejamento, que fica em frente ao Palácio, mas o ato não passou de panfletagem nas salas, convidando os servidores a aderirem à manifestação. ?Os trabalhadores da Educação querem uma audiência com o governador Téo Vilela e com o Tribunal de Justiça, para dissipar essa confusão gerada por essa intenção de engessar nossa campanha salarial?, explica Célia Capistrano, presidente do Sinteal. Militares adiam decisão sobre aquartelamento | BLEINE OLIVEIRA - Repórter Sem mobilização suficiente, as entidades de representação dos militares alagoanos, que lutam para que o governo reajuste os salários da corporação, adiaram a proposta de aquartelamento. Eles decidiram aguardar momento mais adequado para cruzar os braços dentro dos quartéis. Após assembleia na sede da Associação dos Oficiais Militares (Assomal), ontem, a decisão sobre uma paralisação acabou adiada para o próximo dia 10. A insatisfação dos cerca de 200 militares presentes era visível, mas os dirigentes perceberam que não há ainda mobilização capaz de ?fechar? os quartéis. ?O governo quer nos desmobilizar, mas atitudes como essa só aumentam a revolta dos militares?, disse o presidente da Assomal, major Wellington Fragoso, reclamando do secretário de Gestão Pública, Alexandre Lages.

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