Cidades
Categorias continuam sem querer reajuste de 7%
O fim da trégua do Movimento Unificado de civis e militares pode chegar ao fim com o anúncio de estratégias ainda mais radicais de enfrentamento. Ontem, mesmo reconhecendo que ainda querem negociar ? de preferência diretamente com o governo ?, as lideranças dos servidores públicos reconheceram que a posição oficial do palácio está afastando a possibilidade de acordo com as diferentes categorias. Pelo menos foi esse o tom da reunião que uniu representantes de várias associações militares, juntamente com o Sindicato dos Policiais Civis (Sindpol) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), durante encontro realizado na sede da Associação dos Subtenentes e Sargentos (Assmal), no Trapiche. O impasse que pode servir de combustível para uma pressão ainda maior dos servidores, envolve o percentual apresentado pelo governo como definitivo. Como foi o próprio secretário de Gestão Pública, Alexandre Lages, que informou que os 7% é a última proposta e, mesmo assim, só será pago em duas parcelas, as categorias mantém a decisão de rejeitarem o reajuste.