Cidades
Pesquisa tra�a perfil de dependentes
Mais da metade dos dependentes químicos que frequentam as Comunidades Acolhedoras de Alagoas (56,2%) não completaram o ensino fundamental, e 46% têm renda familiar entre 1 e 2 salários mínimos. Entre eles, há acolhidos vindos de oito Estados diferentes, mas a maioria (61,8%) é mesmo oriunda da capital alagoana. Dentro desse universo pesquisado, 47% utilizaram droga pela primeira vez entre os 13 e os 16 anos de idade. Esses são alguns dados de um diagnóstico sobre o perfil dos dependentes químicos acolhidos em comunidades de recuperação em Alagoas, traçado a partir de uma pesquisa realizada nesses locais, durante cinco meses, pela Federação das Comunidades Acolhedoras de Alagoas e o Centro de Cooperação Social Dom Bosco, com apoio de instituições públicas do Estado e do município de Maceió. O estudo ouviu 340 acolhidos com idade entre 14 e mais de 44 anos, em 13 comunidades existentes no Estado.