Cidades
Artes�os reclamam de preju�zos e fecham as portas
As mudanças enfrentadas pelos artesãos que um dia já registraram grande movimentação de clientes, no antigo Cheiro da Terra, na Jatiúca, que foi destruído pelas chamas de um incêndio, no ano de 2005, frustam os comerciantes do Artesanato Guerreiros de Maceió, que hoje enfrentam a falta de consumidores e o abandono por parte das autoridades. Dezenas de barracas e lojas de acessórios artesanais já fecharam as portas. Problemas como localização, dívidas com a prefeitura e falta de apoio para atrair turistas e clientes locais são alguns dos pontos levantados pelos comerciantes, localizados na Praça Sinimbu, há quase um ano. De acordo com a artesã Aparecida Rossato, que vende redes e roupas moda praia, falta apoio dos governantes. ?Nós fazemos parte da cultura do Estado. Nós fazemos parte da divulgação da terra, pois o turista adora comprar artesanato e levar lembrancinhas de Maceió para suas cidades?, disse a comerciante. * Sob supervisão da editoria de Cidades