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�teis, elas vivem em falta na cidade

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A educação que recebemos na infância nos ensina gestos simples como jogar o lixo no local próprio, ou seja, a lixeira. Esse aprendizado parece não estar funcionando em Maceió, pois aqui as dezenas de lixeiras instaladas na orla marítima e no Centro da cidade estão sendo destruídas ou roubadas. O vandalismo que atinge esse equipamento urbano é um dos grandes problemas da Superintendência Municipal de Limpeza Urbana (Slum). Mais de 500 dessas papeleiras foram colocadas na orla marítima e nas ruas do Centro, restando hoje menos de 200 delas em plena condição de funcionamento. Destinada à coleta de embalagens de picolés, sorvetes, balas e lixo mais leve, a papeleira tem custo médio de R$ 80 a unidade. Em maio último a Slum repôs 60 unidades na orla, todas novas, em perfeita condição de uso. ?Desse lote hoje restam apenas 15?, disse a gerente de controle ambiental daquela superintendência, Rita Maria Bezerra Araújo. Dizendo-se entristecida com a situação ela anuncia que o município vai repor 70 novas papeleiras na orla.

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