Cidades
Fam�lia vai visitar idoso e se surpreende
Falha ou descaso. Ainda é cedo para dizer o que determinou que Petrúcio Inácio dos Santos, 62 anos, fosse enterrado como indigente depois de morrer na noite do dia 9 de agosto, no Hospital Geral do Estado (HGE). Internado desde o dia 5 às 12h56, na área azul, destinada a pacientes portadores de doenças crônicas, queixando-se de dores oriundas de uma hérnia na pélvis, ele faleceu às 21h10 da última terça-feira, 9. Como não havia contato, em sua guia de internamento, de nenhum parente, nem sequer o endereço, acabou tendo o corpo sepultado no Cemitério Divina Pastora, na Rua 7, cova 477. Ontem, quando seus familiares foram visitá-lo, receberam a informação de que ele já estava morto e enterrado. Diante do impacto, revoltaram-se. No primeiro contato mantido pela reportagem com o irmão do falecido, identificado apenas como Genivaldo, ele informou que não entendia como isso havia ocorrido, já que no domingo e na terça-feira havia estado com Petrúcio no HGE.