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Rosalvo L�bo tem mais um dia sem aula

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A Secretaria Estadual de Educação prometeu e não cumpriu. Como os vigilantes não chegaram, os professores, alunos e pais da Escola Rosalvo Lôbo, na Jatiúca, realizaram novo protesto e decidiram manter as salas vazias pelo quinto dia útil consecutivo. A volta às aulas estava prevista para ontem, uma semana após o atentado à bala que atingiu uma aluna e um funcionário que trabalhava improvisado na portaria. O pânico que tomou conta da comunidade escolar ainda é notório nos olhares, gestos e conversas de todos. E a revolta com o descaso ficou ainda maior quando eles perceberam que os vigilantes prometidos não tinham chegado. Houve mais uma manifestação na rua, quatro ônibus com estudantes de outras comunidades voltaram e os corredores da escola ficaram mais um dia sem vida. À tarde, a comunidade escolar voltou a protestar. Reforço deixa colégios expostos O Batalhão de Policiamento Escolar (BPEsc) ?descobre um santo para cobrir o outro?. O reforço no policiamento da Escola Rosalvo Lôbo deixou várias outras sem segurança simplesmente porque faltam policiais para atender todas as áreas. Uma das unidades que ficaram mais expostas à violência foi a escola Miran Marroquim, no Jacintinho, que está literalmente perdendo terreno para o tráfico de drogas. Isso porque as áreas de lazer e de esportes foram tomadas e agora só servem para o consumo e venda de drogas. Enquanto a PM ?tapa o sol com a peneira?, deixando uma viatura fixa na Rosalvo Lôbo, o sargento Renivaldo Pontes explica que deixa de fazer a ronda completa da área 3, que vai da longínqua Ipioca ao remoto Vergel do Lago, incluindo o intrincado Jacintinho. ?A gente fica preocupado porque as outras áreas ficam desguarnecidas?, revela o sargento do BPEsc.

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