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Colis�o na AL-115 mata empres�ria

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Arapiraca ? Uma colisão entre um caminhão carregado de madeira e um Fiat Siena, na madrugada de ontem, provocou a morte da empresária Kelly Sophia Barbosa Simões de Góis, 29, conhecida em Palmeira dos Índios pelo período em que trabalhou na Rádio Sampaio. O acidente aconteceu na rodovia AL-115, no trecho conhecido como Serra das Pias, próximo à divisa com o Estado de Pernambuco. Segundo informações passadas por populares à Polícia Militar (PM), o caminhão de placa MUI-3482 fazia o trajeto na direção de Pernambuco e Alagoas quando o motorista, identificado como Manoel Alves de Almeida, invadiu a pista contrária e bateu de frente no Siena, de placa NME-2684, que era dirigido pelo marido da vítima, Rodrigo de Góis Tavares. Mas conforme um policial militar, a causa do acidente só deverá ser atestada após a produção do laudo do Batalhão da Polícia Rodoviária. Segundo ele, foram encontradas marcas de frenagem na pista, próximo ao local da colisão, que demonstravam a intenção dos veículos em evitar a batida. Acidentes no trânsito deixam 3 mortos | SEVERINO CARVALHO - Repórter Maragogi ? As duas vítimas do acidente automobilístico ocorrido na noite do último sábado, na BR-416, em Colônia Leopoldina, a 112 km de Maceió, foram sepultadas na tarde do domingo (9), no Cemitério Municipal. O sargento da Polícia Militar (PM) Alberto Sobreira dos Santos, 48 anos, e a adolescente Juliana Cardoso da Silva, 16, estavam no veículo Corsa Sedan Classic, placa KLA-3427/PE, que colidiu com um trator pertencente à Usina Taquara. O acidente ocorreu em um trecho da rodovia que já registrou colisões semelhantes recentemente. Usuários da BR-416 reclamam que a usina não está sinalizando o trecho onde há intensa circulação de máquinas e veículos pesados empregados na colheita e no transporte da cana-de-açúcar. Na edição do dia 22 de setembro, a Gazeta de Alagoas já havia alertado sobre o perigo que é trafegar pelas rodovias que cortam a região Norte do Estado ? sejam estaduais ou federais ?, durante o período da colheita da cana-de-açúcar. Treminhões, bitrens, tratores e máquinas colheitadeiras dividem as estradas com os carros de passeio. Além dos riscos de colisão, a frota das usinas acaba levando muito material para dentro da pista, como pedras e muito barro, deixando o asfalto escorregadio.

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