loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Mudan�a preocupa segmento tur�stico

Ouvir
Compartilhar

Porto de Pedras ? O peixe-boi figura nas campanhas institucionais da Prefeitura de Porto de Pedras como mascote e está presente em todas as placas indicativas de prédios públicos, dando as boas-vindas aos que chegam. No âmbito econômico, atrai os olhares dos turistas, que pagam R$ 30 para ver o bicho à Associação dos Condutores do Turismo de Observação em passeios diários. Serve ainda de inspiração e renda a artesãos. Dessa forma, é impossível, hoje, dissociar a imagem do dócil animal à vida cotidiana no município. Por isso, a notícia de que o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) pode retirar o Recinto de Readaptação do Projeto Peixe-Boi Marinho do leito do Rio Tatuamunha, em decorrência da contaminação das águas, transferindo-o para outro lugar, pegou muita gente de surpresa e espalhou preocupação. Município tenta viabilizar saneamento O prefeito de Porto de Pedras, Amaro Guimarães Júnior, mais conhecido como ?Boi Lambão?, também se mostrou surpreso com a notícia da possível retirada do projeto Peixe-Boi de Porto de Pedras. Ele disse que vai procurar o CMA para demovê-lo da ideia e tentar resolver a questão do saneamento. ?Dos 102 municípios alagoanos, seis ou sete têm projeto de saneamento, e Porto de Pedras é um deles. Fomos contemplados com obras pelo PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) que vão beneficiar o Centro de Porto de Pedras e os povoados Lage, Tatuamunha e Palmeiras. Mobilizaremos a bancada federal para viabilizar o saneamento básico?, garantiu o prefeito. ?Também já temos projeto junto à Funasa (Fundação Nacional de Saúde) para colocarmos água em Lages e Tatuamunha?, completou. O recinto de readaptação do CMA no Rio Tatuamunha foi instalado para receber os peixes-bois resgatados e reabilitados na base do Centro, em Itamaracá (PE). No espaço de 1.050 m², cercado, os animais se adaptam às variações das marés, à salinidade da água e aos obstáculos que vão enfrentar quando soltos na natureza.

Relacionadas