loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Parte de teto do IML desaba

Ouvir
Compartilhar

Nem só as escolas e delegacias estão caindo aos pedaços em Alagoas. Parte do teto do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió desabou sobre móveis e equipamentos do setor de protocolo. Nenhum funcionário morreu ou saiu ferido porque o problema aconteceu durante o fim de semana, fora do horário de expediente. Uma reportagem da Gazeta já alertava, em outubro do ano passado, para os riscos da estrutura quase esfarelada do prédio. Não faltaram inspeções do Ministério Público (MP), correições do Conselho Estadual de Segurança e vistorias de órgãos fiscalizadores para apontar os problemas na sede envelhecida. De nada adiantou. Também não se vê nenhum avanço na prometida obra de construção da nova sede da Perícia Oficial, que vai abrigar o IML, Instituto de Criminalística e Instituto de Identificação, no Tabuleiro do Martins. Há cerca de dois anos, o Estado já tinha garantido a liberação de R$ 4 milhões para a construção, mas até hoje sequer foi aberto o processo de licitação. Estado não tem prazo para obras Todos os documentos da direção do IML foram encaminhados para o Centro de Perícias Forenses (CPFor), hoje transformado em Perícia Oficial (PO), que coordena o IML e outros órgãos. O diretor da PO, coronel Roberto Liberato, conversou por telefone com a Gazeta, logo dizendo que precisava tomar conhecimento dos problemas por escrito. Ao ser questionado se nunca teria lido os ofícios que o diretor do IML diz ter encaminhado, o coronel alegou que tinha assumido o cargo ?apenas? no dia 19 de maio. Perguntado se não seria tempo suficiente para saber da estrutura decadente, o diretor mudou o rumo da conversa, finalmente admitindo ter ciência dos problemas. ?A gente sabe que não pode fazer uma reforma estruturante porque é um prédio tombado, mas já fizemos pequenos reparos?. Sobre a hipótese de consertar as falhas mais críticas na estrutura física, silenciou. Quanto à possibilidade de funcionários ou visitantes morrerem com novos desabamentos, não comentou.

Relacionadas