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Banc�rios voltam ao trabalho no Estado

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Após 21 dias de paralisação e muitos transtornos para a população, os bancários decidiram, em assembleia realizada no início da noite de ontem, pôr fim à greve nacional da categoria. A reunião serviu apenas para referendar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) aos representantes do Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), durante negociação, na última sexta-feira, em São Paulo. A orientação era para que todos os sindicatos do Brasil aceitassem a proposta. Nas cidades de Curitiba-PR e Criciúma-SC, os sindicatos aprovaram a proposta da Fenaban em assembleias realizadas no domingo e, ontem, as agências bancárias já funcionavam. Em São Paulo, parte das agências também abriram as portas, nessa segunda. A previsão é que as agências bancárias de Maceió e dos municípios do interior do Estado voltem a funcionar normalmente a partir de hoje, no horário de verão, das 9 às 15 horas. Segundo informação do Sindicato dos Bancários, cada banco ficará responsável por montar escalas de trabalho para colocar em dia o trabalho acumulado durante os dias de greve. Greve de médicos segue sem solução | MAIKEL MARQUES - Repórter Reunião entre o presidente do Sindicato dos Médicos, Wellington Galvão, o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos, Abrahão Moura, e o secretário estadual de Saúde, Alexandre Toledo, chegou ao fim, ontem à noite, sem que houvesse solução no sentido de elevar os salários dos médicos para R$ 18 mil, conforme exigência dos profissionais ligados ao Programa de Saúde da Família (PSF) para cumprimento da jornada de 40 horas semanais. ?A gente não concorda com a obrigação de 8 horas de trabalho diárias mediante remuneração média de apenas 5 mil reais?, enfatizou Wellington Galvão, segundo o qual é possível que alguns municípios que ?não possam pagar salário melhor? fiquem sem médicos para atendimento da comunidade. ?Essa é a realidade. Infelizmente?, avisou o líder de 758 médicos, 650 dos quais em greve há 15 dias. Segundo Wellington Galvão, em 15 anos de existência do PSF em Alagoas, os repasses do governo federal sofreram decréscimos ano a ano. No princípio, eram enviados 30 salários mínimos para cada equipe. Atualmente, o montante é de pouco mais de dez.

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