Cidades
Santa M�nica reabre com atraso
Dor, sangramento e choro. Ontem pela manhã, Joelma Almeida Santos, 28 anos, chegou cedo à Maternidade Escola Santa Mônica, com uma sensação ?horrível?, porém não foi atendida. Grávida do primeiro filho e com seis meses de gestação, ela estava assustada com os sintomas que sentia e decidiu buscar atendimento em outro local. Na capital alagoana, além da Santa Mônica, somente o Hospital Universitário atende a casos de gravidez de alto risco. Após mais de uma semana fechada, por causa de defeito no compressor ? que estava despejando água na rede de ar medicinal ?, a maternidade deveria ter reiniciado o atendimento às gestantes por volta das 7 horas, o que não aconteceu. ?Eles divulgaram que logo cedo estaria funcionando, mas deixam a gente aqui sem dar nenhuma satisfação?, desabafou Joelma, aos prantos. O diretor da casa, Telmo Henrique, recebeu a imprensa na sala dele para explicar que um problema no condicionador de ar, que precisou ser substituído às pressas, impediu a reabertura da maternidade no horário prometido. Ele deu a garantia de que à tarde, a partir das 15 horas, tudo estaria resolvido.