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Seguran�a nos bairros � discutida

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O governo reuniu líderes comunitários para falar da ?cultura de paz? e ouviu muitas queixas sobre a falta de policiamento nas ruas. Após a onda de pânico, arrastões, saques e incêndios a ônibus, a Secretaria de Promoção da Paz convocou representantes de várias comunidades de Maceió para refletir sobre o que está gerando este sentimento de medo na população. Para os presidentes de associações, a resposta é simples e unânime: a falta de polícia aumenta a sensação de insegurança. Outra queixa comum é o reforço da presença ostensiva só depois que acontecem os problemas. Com o aumento do efetivo no Jacintinho, por exemplo, áreas como a Cambona e o Eustáquio Gomes ficam desguarnecidas e ônibus são incendiados. Na descentralização de viaturas para caçar os autores dos atentados, o Calçadão do Comércio ficou sem policiamento no domingo. Reunidas no Palácio República dos Palmares, ontem pela manhã, as lideranças de bairro assistiram a palestras defendendo que cada um deles deve ser um propalador da paz. ?Hoje, a população está amedrontada e reage às notícias com pânico porque a cultura da violência se propala muito mais rápido que a cultura de paz. Precisamos mostrar o outro lado: que existe uma cultura de paz?, destaca o superintendente de Promoção da Paz do Estado, André Carnaúba.

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