Cidades
Militante alerta para a homofobia institucional
Na entrevista sobraram, ainda, críticas a igrejas que Luiz Mott chamou de ?caça-níqueis? e que, ?por pregarem o ódio aos homossexuais, têm as mãos sujas de sangue?. A ?homofobia institucional?, ou seja, aquela praticada pelo Estado, também é, de acordo com Luiz Mott, outro fator de risco para os gays. ?Na Parada Gay, há poucos policiais e muitos homossexuais que, quando são maltratados e têm seus direitos violados, são vistos como réus nas delegacias?, denunciou. Mas a conversa com jornalistas não teve somente lamentos e denúncias de crimes contra o público LGBT. O ex-presidente do Grupo Gay de Alagoas (GGAL), Marcelo Nascimento, que hoje ocupa um cargo na Secretaria Municipal de Educação (Semed), disse que há um trabalho na rede municipal de ensino, onde foi criado o Núcleo de Diversidade Sexual na Escola, além de iniciativas como o Plano Municipal de Cidadania LGBT ? em elaboração ? e, na área de saúde, o Programa Municipal de Prevenção às DSTs/Aids tem assistido a este público. WM