Cidades
Empres�ria reclama de �gua com ferrugem
O sonho de viver com plena qualidade de vida tem se tornado um pesadelo no dia a dia da empresária aposentada Maria Irene Domingos, que deixou a capital paulista há oito meses para desfrutar das belezas da capital alagoana. A tão esperada tranqüilidade, diz dona Irene, transformou-se em pesadelo a partir do momento em que precisa utilizar a água fornecida pela Companhia de Abastecimento D?Água de Alagoas (Casal). ?Em vez do líquido potável, o que recebo em casa é um líquido da pior qualidade. A água é muito suja. Ela chega a minha residência em tom escuro e como se estivesse enferrujada?, conta a empresária. Moradora do Edifício Mitre, localizado na Rua Desportista Humberto Guimarães, no bairro da Ponta Verde, a empresária conta que os transtornos provocados pela água de má-qualidade que chega a sua residência tem causado prejuízos materiais e transtornos ao seu dia a dia. Mais sujeira ?É inadmissível abrir a torneira do banheiro para tomar um banho e receber na cabeça água enferrujada que, em vez de limpar, suja ainda mais o corpo de quem paga seus impostos esperando ter qualidade de vida?, reclama a empresária, que gasta a cada mês mais de R$ 70,00 na compra de água para cozinhar e tomar banho. ?Gasto outros R$ 300,00 com a lavanderia?, confessa Irene Domingos, que se diz arrependida de ter adquirido imóvel na chamada área nobre da capital. ?A beleza da cidade é algo indiscutível. Agora, fica impossível viver sem água de qualidade e própria para consumo humano?, completa. Segundo dona Irene Domingos, a água enferrujada que chega ao seu imóvel provém de canos de ferro e enferrujados que, em virtude da falta de manutenção, também comprometeram a encanação plástica do edifício onde reside.