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Equipe pesquisa lixo produzido no porto

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Uma equipe de pesquisadores do Programa de Planejamento Energético (PPE), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, está em Maceió, desde ontem, trabalhando na coleta de amostras de resíduos e efluentes gerados no Porto da capital. O objetivo é fazer valer a Lei de Resíduos Sólidos, que entrou em vigor no ano passado. Para custear o trabalho, serão investidos R$ 16 milhões. Os recursos estão garantidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), mas os detalhes da aplicabilidade da verba não foram repassados à imprensa. Entretanto, já se sabe que o objetivo final, após um ano de levantamento de dados, é traçar um diagnóstico e aplicar um plano para administrar, controlar e disciplinar a produção de lixo no setor portuário, que é estratégico para a economia brasileira. A Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP-PR) também integra o PPE. E foi graças à união entre universidade e secretaria que o projeto Conformidade Gerencial de Resíduos Sólidos e Efluentes dos Portos teve origem. No que se refere ao acompanhamento local, a iniciativa também contará com o apoio de técnicos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

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