Cidades
Uncisal pode parar por falta de profissionais
O próximo mês será decisivo para a continuidade do atendimento regular à população usuária da rede pública de saúde. Isto porque, caso o governo do Estado não resolva a situação funcional de pelo menos 40% dos servidores de áreas especializadas, as unidades deixarão de prestar atendimento. O problema é grave e afeta a Maternidade Santa Mônica, o Centro de Verificação de Óbito, o Hospital Hélvio Auto e o Portugal Ramalho, além do laboratório público e quatro cursos tecnológicos. Todos eles são ligados à Universidade Estadual de Ciências da Saúde (Uncisal). Ontem, ao falar do problema, a reitora Rozângela Wyszomirska revelou que além da questão de pessoal, os professores da unidade de ensino pleiteiam uma equiparação salarial com a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal). ?Caso o problema não seja resolvido, o prejuízo será diretamente para a população. Os contratos com os trabalhadores estão chegando ao fim e este mês eu já pagaria de forma precária?, explicou Rozângela Wyszomirska.