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Ufal � “invadida” por alunos forasteiros

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Gustavo Amorim, 18 anos, natural de Patos de Minas, é um andarilho. Saiu de casa adolescente para estudar em Belo Horizonte, a 300 km da casa dos pais, morou um ano em Pretória, na África do Sul, e, depois de muito ?perrengue na vida?, desembarcou em Maceió para cursar Medicina. Ele é um dos mais de 620 estudantes de outros estados que se submeteram ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), adotado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) em 2011, e já estão matriculados em diversos cursos, todos sonhando com a próspera vida profissional no futuro. ?Lá em Minas, a gente também sofre com essa história de forasteiro, de ser de outra região. Em Uberlândia, por exemplo, só um nativo foi aprovado para o curso de Medicina?, comenta o estudante, que poderia ter se matriculado em Viçosa (MG), Rio de Janeiro (RJ) ou Ouro Preto (MG). ?Fiz opção pelo curso da Ufal com base em seu conceito e no histórico da instituição?, explicou o acadêmico que chegou à capital alagoana há pouco mais de um mês e, embora forasteiro, diz ter sido muito bem recebido pelos colegas de academia.

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