Cidades
Transporte coletivo � um problema
Luiz Felipe Santos, Camila Oliveira, Lorena Rodrigues, todos com 17 anos, e Thiago Santos, de 19, também tiveram que deixar o aconchego do seio familiar porque seus desempenhos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não lhes permitiram continuar estudando em seus estados. Luiz Felipe, Camila e Lorena são de Aracaju (SE) e estão matriculados no curso de Direito da Ufal. O baiano Thiago, o ?mais velho? da turma, queria Medicina, mas conseguiu média para Farmácia. Moram em dois apartamentos alugados no bairro do Tabuleiro, pertinho da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Os constantes atrasos do coletivo que os leva ao campus fizeram com que recorressem ao ?transporte escolar?, geralmente utilizado por alunos do ensino médio. Pagam R$ 50,00 por mês, cada um deles, para ter transporte de qualidade e no horário combinado. ?Ou o transporte escolar ou então os atrasos logo cedo?, explica Luís Felipe, que, com suas notas no Enem, poderia ter ido estudar em Viçosa (MG), mas aceitou conselho da mãe para se matricular no curso de Direito da Ufal. MM