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Nº 5756
Cidades

Lojistas reclamam de movimento fraco na venda de brinquedos

Faltam apenas cinco dias para o Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro, mas a maioria dos comerciantes reclama do fraco movimento nas vendas de brinquedos. As lojas de artigos populares foram às que mais investiram para encher às prateleir

Por | Edição do dia 08/10/2002 - Matéria atualizada em 08/10/2002 às 00h00

Faltam apenas cinco dias para o Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro, mas a maioria dos comerciantes reclama do fraco movimento nas vendas de brinquedos. As lojas de artigos populares foram às que mais investiram para encher às prateleiras com uma grande variedade de brinquedos, de olho na clientela que não quer deixar passar em branco o Dia das Crianças. Só que, até agora, às vendas não alavancaram. O gerente da loja A Popular, Cícero Pereira, não demonstrava entusiasmo com as vendas de brinquedos até agora. “Pode ser que melhore, mas, por enquanto, não dá para animar”, lamentou o gerente, cuja loja tem praticamente metade das prateleiras tomadas por brinquedos. Ele garante que o preço está acessível, já que a maioria é de fabricação nacional e não sofreu qualquer influência da alta do dólar. Para Cícero, o motivo para o movimento tão fraco é a falta de dinheiro da maioria das pessoas. “Quem vem comprar prefere levar os brinquedos mais baratos”. O fraco movimento pode ser percebido pelos corredores quase vazios das lojas de brinquedos. A maioria dos pais está procurando pesquisar muito antes de escolher o presente para as crianças e prefere ir às compras sozinho. “Quando você traz o filho para comprar junto, ele sempre quer levar o que a gente não tem condições”, comentou a dona de casa Marisa Santos, mãe de duas crianças de 4 e 7 anos. “Este ano, eles só vão ganhar uma lembrança para não passar o Dia das Crianças em branco”.

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