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Destrui��o � total em algumas �reas

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Muitos manguezais apresentam diferentes processos de degradação ambiental. Um exemplo é a área da orla lagunar de Maceió onde, em alguns trechos, como na região entre o bairro Bom Parto e o Dique Estrada, tudo foi destruído. Trafegando pela Lagoa Mundaú, partindo da base que o Instituto do Meio Ambiente (IMA/AL) mantém nas proximidades da Ponte Divaldo Suruagy, é possível perceber a diferença, por exemplo, entre essa região e a área que vai da Chã de Bebedouro até Rio Novo. ?Esse último é um trecho de difícil acesso, por isso está preservado?, explica o biólogo Carlos Roberto Soares, coordenador de Gerenciamento Costeiro do Instituto, onde trabalha desde 1992. Uma de suas funções é acompanhar o monitoramento do Complexo Lagunar Mundaú/Manguaba, e fiscalizar seus 84 km² de área. Entretanto, no Dique Estrada, onde ainda existem aglomerados humanos, a destruição é total. O trecho que vai da Coroa do Holanda até o Canal do Trapiche sofre um impacto tão violento que os manguezais destruídos não se recuperam. A imagem é de um corte brusco, com mangues substituídos por esgoto e muito lixo. Mesmo assim, como mostra imagem captada pelo repórter fotográfico José Feitosa, da Gazeta de Alagoas, há cerca de uma semana, estimula crianças a brincarem em suas águas sujas.

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