Cidades
No TJ, reclama��es s�o uma constante
Nem sempre o resultado é satisfatório. O estudante universitário D.B. (ele pediu para não ser identificado) diz que sua experiência com essa instituição ficou abaixo da expectativa. Com um processo se arrastando há quase dois anos, decorrente da apropriação indébita, por terceiro, do dinheiro da venda de um bem seu, ele buscou apoio na Ouvidoria do Tribunal de Justiça de Alagoas. ?Eles me ouviram, contataram o juiz, me deram o e-mail dele e um número de telefone para eu ficar acompanhando, mas não era o que eu esperava. A sentença saiu muito tempo depois, e acho que não foi pela ação da ouvidoria?, diz ele. O que acontece, segundo a ouvidora da Justiça, Clara de Azevedo, é que muita gente alimenta a expectativa de que a ouvidoria vai resolver questões relacionadas à sentença, mas isto só quem pode fazer é o juiz. Ela destaca que é preciso ter clareza de que a ouvidoria não tem o poder de mandar fazer ou desfazer. O que ela pode e deve fazer é atuar no sentido de ajudar a promover as soluções para a demanda apresentada. FA