Cidades
Anestesistas pressionam por aumento
O secretário de Saúde de Maceió, médico Adeilson Loureiro, confirmou à Gazeta não ser possível, neste momento, atender ao pedido de complemento salarial formulado pelos 78 médicos anestesistas vinculado ao Sistema Único de Saúde (SUS) para a prestação de seus serviços ao município. ?É compreensível que queiram receber pelos serviços com base na tabela praticada pela iniciativa privada, mas o município não tem condições de atendê-los neste momento. Não temos como suportar o impacto de mais de 1 milhão e 100 mil reais por mês na folha neste momento?, avisou o secretário. Outro empecilho ao atendimento da demanda dos anestesistas, que dizem ter iniciado descredenciamento do SUS a partir de ontem, é o fato de a gestão do prefeito Cícero Almeida estar a menos de oito meses do fim, razão pela qual o secretário acha ?complicado? garantir o complemento dos anestesistas. ?A gente acredita que o bom senso prevalecerá e que os grevistas regressarão ao trabalho em breve?, diz o secretário, segundo o qual a questão das ?baixas remunerações? da tabela do SUS é ?problema nacional?.