Cidades
Homossexuais s�o os mais discriminados no trabalho
O Núcleo de Combate às Desigualdades de Oportunidades de Emprego encerrou, ontem, no auditório da Delegacia Regional do Trabalho (DRT), um ciclo de palestras sobre ?Igualdade e Cidadania no Mercado de Trabalho?, direcionado a empresários alagoanos e responsáveis pelo Departamento de Recursos Humanos. Segundo o coordenador do Núcleo, Kleber Sangreman Lima, foram convidados a participar do encontro 100 empresários, mas pouco mais de 50 compareceram. O Núcleo de Combate às Desigualdades Sociais faz parte do Programa Brasil Gênero e Raça do Ministério do Trabalho e tem como principal objetivo combater às discriminação no trabalho. O Núcleo reúne representantes da Delegacia Regional do Trabalho (DRT), Procuradoria Regional do Trabalho (PRT), INSS, Secretaria do Trabalho, Sebrae e Organizações Não-Governamentais. ?A partir de reclamações do Grupo Gay de Alagoas de que estava havendo uma grande discriminação contra os homossexuais no trabalho, decidimos realizar esse seminário de conscientização do empresariado?, explica Kleber. Ele confirma que as mulheres e as pessoas com orientação sexual considerada diferente (homossexuais, travestis e lésbicas) são os mais discriminados em relação ao trabalho. ?No caso do portador de deficiência física, a lei estabelece uma cota para eles nas empresas com mais de 100 funcionários?, lembrou.