Cidades
Cadeiras somem ap�s reforma de escola
Um fenômeno esquisito, sem qualquer explicação lógica, está acontecendo dentro da Escola Estadual Maria Ivone, no Conjunto Eustáquio Gomes. O prédio é novo em folha, foi inaugurado no fim de 2009 e já passou por uma reforma, orçada em R$ 311 mil. Apesar de tanto ?esforço? e dinheiro público gasto, hoje é difícil entender como e por que conseguiram deixar a estrutura da escola ainda pior do que era antes da reforma geral que paralisou as aulas. Alunos, pais e professores afirmam que não havia necessidade das obras e que, antes delas, era melhor. Ontem pela manhã, cerca de 200 integrantes da comunidade escolar protestaram em frente à unidade de ensino, porque já não aguentam mais perder aulas por causa da falta de cadeiras. Isso mesmo, muitas salas estão sem carteiras e os alunos só podem assistir aula um dia sim, outro não, para dar vaga a outras turmas. Mais uma vez, a lógica estranha toma conta da unidade de ensino. Isso porque, há apenas um ano, a escola recebeu 300 carteiras novas para reforçar a quantidade que já existia. A direção afirma que a maioria do mobiliário está quebrado por ação de alunos vândalos, que inclusive teriam destruído portas, ventiladores, banheiros e equipamentos.