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CADEIA PRODUTIVA � ORGANIZADA

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?Esse reconhecimento da qualidade do nosso produto é ferramenta importantíssima para abrir novos mercados?, diz Amanda Bentes, destacando que, hoje, os japoneses são os nossos maiores compradores, mas existem pessoas de vários outros países, como China, Estados Unidos e países da Europa, e de vários Estados brasileiros que compram a própolis alagoana para o mercado das indústrias farmacêutica e alimentícia. A Indicação Geográfica também favorece o financiamento de projetos e pesquisas, que já se multiplicam, não apenas no meio acadêmico alagoano, mas em outros Estados, cujas universidades também têm desenvolvido pesquisas com base na própolis vermelha de Alagoas. A nova etapa exige também novos processos, entre eles a organização da cadeia produtiva da própolis vermelha de Alagoas que, segundo o Sebrae, já está em andamento, com o projeto do Arranjo Produtivo Local (APL) da Apicultura no Litoral e Lagoas, e já conta com mais de 30 parceiros, entre instituições financeiras, de pesquisa, empresários, produtores, instituições governamentais e organizações não governamentais. Nas contas do Sebrae, o projeto própolis vermelha, na região litorânea e lagunar, agrega cerca de 140 apicultores, que já produzem e comercializam a própolis em 17 dos 22 municípios inseridos na faixa de identificação geográfica do produto, entre Penedo e Maragogi.

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