Cidades
Campi no Agreste e no Sert�o tamb�m v�o participar de a��o
O Programa Ufal em Defesa da Vida começou em 2009, com debates sobre as 2.064 mortes ocorridas no Estado no ano anterior. Alertando para os graves índices de homicídios, a universidade, por meio das coordenações de Política Estudantil e de Ações Acadêmicas, montou um varal com centenas de camisas brancas simbolizando as pessoas assassinadas. O objetivo da instituição é ?estimular e fomentar atividades políticas, sociais, culturais, artísticas, científicas e acadêmicas em torno dos temas Violência, Segurança Pública e Direitos Humanos?. Nesta edição, a reflexão é sobre ?A dor que os números não revelam?. O bosque, que começa a ser criado hoje, estará disponível para que as famílias e amigos das vítimas possam relembrá-las ao tempo em que refletem sobre as causas da violência. Serão colocadas nas árvores plaquetas contendo nomes das vítimas e depoimentos enviados pelos familiares A mesma ação será feita nos campi da Ufal em Arapiraca e no Sertão. A ação que ocorreria em Arapiraca, nesta sexta-feira, foi adiada para o próximo semestre. A professora Ruth Vasconcelos ressaltou a importância de as pessoas continuarem contando as histórias das vítimas. O Bosque do Campus Maceió tem projeto paisagístico da professora Regina Coeli, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, e contempla variedades como o baobá e o ouricuri, consideradas sagradas por africanos e indígenas. BO ?