Cidades
LENTID�O TAMB�M AFETA SA�DE E EDUCA��O
Piores do que a construção das novas moradias estão os setores de Saúde e Educação, segundo a avaliação do próprio vice-governador. Ele diz que, dos recursos liberados pelo governo federal, R$ 122 milhões vieram do Ministério da Educação (MEC) para a reconstrução das escolas. Cerca de R$ 900 mil foram gastos na recuperação de cinco escolas estaduais e na instalação de uma unidade educacional provisória em Santana do Mundaú. Também já foram construídas e entregues 16 escolas, com seis salas de aula cada, de 27 que estavam previstas nesse formato. As outras 11 estão com previsão de entrega para os próximos meses. O nó da questão educacional está na construção de 20 unidades de 12 salas de aula e 18 unidades pró-infância, cujas obras nem foram iniciadas. Segundo José Thomaz Nonô, como o início das obras extrapolou o período de emergência ? 180 dias após a enchente ?, houve dúvidas quanto à dispensa de licitação e, para evitar problemas, foi consultado o Tribunal de Contas da União (TCU). A resposta está sendo aguardada para o início das obras. Na Saúde, a situação é mais crítica. Foram liberados R$ 43,6 milhões do Ministério da Saúde (MS), dos quais R$ 10,3 milhões foram repassados aos municípios para a compra de medicamentos e outros procedimentos emergenciais. O restante deve ser aplicado na construção de unidades de saúde, das quais 21 (sendo oito unidades básicas e três mini-postos) tiveram as obras iniciadas e apenas duas foram entregues até agora.