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M�dicos legistas mant�m a paralisa��o

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Em meio à crise e pressão dos familiares, o governo se reuniu, às pressas, com os médicos legistas. O encontro aconteceu na sede da Secretaria de Estado da Gestão Pública (Segesp). Munida de fotos e de um detalhado relatório, a categoria impôs ao governo a busca de uma saída estrutural e salarial. Sem resposta imediata, a greve está mantida. ?A greve continua, porque nada se resolveu até o momento. Paramos por condições de trabalho, mas não se pode esquecer de que nossa condição salarial é imoral?, sentenciou o presidente do Sindicato dos Médicos do Estado de Alagoas (Sinmed), Wellington Galvão. Segundo ele, em Alagoas, são pagos R$ 2,6 mil por 24 horas de trabalho, contrariando a tabela da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), que define como ideal R$ 9,8 mil para 20 horas. ?Nossa federação está acompanhando tudo isso?, completou. IMPROVISO Diante do impasse e da falta de um local, até ontem, para a realização dos exames de conjunção carnal, para detecção de estupro e corpo de delito, os médicos aceitaram integrar uma comissão, junto com representantes do Centro de Perícias Forenses (CPFOR) e da Secretaria de Estado da Defesa Social (Seds), mas nada foi definido ainda. ?A reunião foi positiva e eles viram as condições de trabalho. Os médicos precisam de dignidade, ética e segurança no trabalho. Isso, no momento, é a coisa mais importante para nós?, destacou a diretora executiva da entidade, Edilma Barbosa.

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