Cidades
Cemit�rios de Macei� est�o com capacidade esgotada
A maioria dos cemitérios públicos de Maceió está com sua capacidade esgotada, situação que preocupa a Secretaria Municipal de Controle e Convívio Urbano (SMCCU). Dos oitos cemitérios de Maceió, o que apresenta situação mais complicada é o de São José, no Trapiche da Barra, que enfrenta problemas de superlotação. No Nossa Senhora da Piedade, no Prado, não há mais espaço para sepultamento em cova rasa; lá só é enterrado que possui mausoléu de família. Segundo o chefe do Departamento de Cemitérios da SMCCU, Onélio Braga, o município está empenhado em adquirir um terreno na região do Tabuleiro do Martins, para iniciar a construção de um cemitério a partir de janeiro do próximo ano. O projeto de um cemitério no bairro do Benedito Bentes teve que ser suspenso, porque o Instituto do Meio Ambiente (IMA) alertou para o perigo de contaminação do lençol freático da região. Onélio salienta que nos cemitérios Divina Pastora, em Novo Lino (onde a maior parte dos sepultamentos é de indigentes), Nossa Senhora do Ó (Ipioca), Santa Luzia (Riacho Doce), São Luiz (Tabuleiro) e Nossa Senhora Mãe do Povo, em Jaraguá, ainda não há tantos problemas de superlotação. Já no Cemitério de Santo Antônio, em Bebedouro, a situação começa a ficar complicada. O mais problemático, no entanto, é de São José. ?O problema é que mesmo gente que mora em bairros mais distantes quer enterrar seus parentes no Cemitério de São José?. Enquanto o novo cemitério não é construído, a SMCCU procura alternativas para superar o problema de superlotação. A proposta é construir mausoléus com cerca de 400 gavetas e, após três anos, os ossos serem removidos para ossários. Finados: Procon pesquisa preços de flores e velas Para orientar consumidores sobre como devem proceder na hora de comprar mercadorias, o Procon está realizando durante esta semana duas pesquisas de preços em Maceió. A primeira envolve os produtos que serão vendidos para o Dia de Finados, a exemplo de flores, velas e guirlandas. Segundo Wedna Miranda, diretora do Procon, o levantamento está sendo feito nas lojas e mercado de flores, para constatar quanto é necessário gastar para enfeitar túmulos, e nas administrações de cemitérios, sobre taxas cobradas para manter os túmulos limpos e pintados, além do valor cobrado por cada lote, custo da taxa de manutenção e preço de túmulos. O Procon também quer saber se a população está satisfeita com o trabalho das administrações de cemitérios e se há facilidade de localizar e identificar os túmulos. A diretora do Procon informou, também, que os consumidores têm de estar atentos aos preços e pesquisar. Ao encontrar preços acima da média, a população deve acionar o órgão responsável pela defesa do consumidor. A pesquisa também está sendo feita no setor de pinturas. O resultado desse trabalho vai orientar a população na hora de pintar o imóvel, sobre qual o material que deverá ser usado, qualidade e onde encontrar os melhores preços. Durante a pesquisa, serão informados também os preços que os pintores estão cobrando por seus trabalhos.