Cidades
Informa��es s�o postadas de forma instant�nea
Até poucos dias, a arquiteta Larissa Silva não sabia da existência do aplicativo Waze e descobriu justamente ao sair de uma balada, quando um amigo pediu para que ela verificasse se, no trajeto de volta, havia alguma blitz policial acontecendo. ?Já estava dentro do carro quando ele falou sobre o Waze. Fiquei surpresa, pois não conhecia o aplicativo, mas baixei na hora?, confidenciou a arquiteta, que disse depois ter percebido o erro cometido, já que usou do aplicativo para verificar a existência da blitz. Qualquer pessoa sem precisar se identificar pode postar informações sobre as inspeções feitas pela polícia. Este fato é um facilitador para aqueles que, de forma irresponsável, bebem e decidem dirigir. O professor universitário Ronaldo Bispo afirmou não conhecer o aplicativo, mas logo imaginou que ele funcionaria como Twitter, com informações sendo postadas de forma instantânea. ?Não conheço o Waze, uso apenas o Google Maps para itinerários e deslocamentos. A prática de divulgação e alerta de motoristas sobre ocorrência de blitze na cidade também já foi praticada por meio do Twitter. É um uso questionável dessas tecnologias. Sabemos o perigo de dirigir embriagado e da importância da Lei Seca. Parece mais uma face do jeitinho brasileiro. É bom não esquecer que o mesmo dispositivo que pode livrar um cidadão ?de bem? de uma multa boba, pode viabilizar a fuga de um assaltante, assassino ou sequestrador?, finalizou o professor. MW ?