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Alagoas ter� bancos de dados de DNA para identificar civis

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O Estado de Alagoas será o primeiro do País a receber o Banco de Dados Civil de DNA, que facilitará a identificação de cadáveres de pessoas desaparecidas no Estado. O novo serviço será instalado, amanhã, às 10 horas, no Laboratório de DNA Forense da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), que funciona no Museu de História Natural, na Rua Aristeu de Andrade, no Farol. A implantação do banco de dados faz parte de uma parceria entre o Laboratório de DNA Forense, Instituto Médico Legal Estácio de Lima ( IML) e Ouvidoria-Geral do Estado. Conforme informou o ouvidor- geral do Estado, Geraldo Magela, o novo banco de dados vai permitir melhor identificação de cadáveres de pessoas desaparecidas, inclusive de crianças, além de portadoras de doença mental. ?Acreditamos que com o banco de dados poderemos identificar muitas pessoas que se encontram desaparecidas em Alagoas?, frisou. De acordo com Magela, a Ouvidoria- Geral do Estado e o IML serão responsáveis pela realização de um cadastro em que constará todos os dados pessoais das famílias e de seus parentes desaparecidos. Os familiares, segundo ele, deverão se dirigir à Ouvidoria-Geral do Estado ou Instituto Médico Legal (IML), na Praça da Faculdade, para passarem todos os seus dados pessoais, assim como de seus parentes. O diretor do laboratório, Luiz Antônio Ferreira, explicou que o IML, além do cadastro dos familiares, fará também, em caso de não identificação do cadáver do desaparecido, a coleta de material para estudo do DNA, como amostras de sangue, cabelos ou até mesmo ossos.

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