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Nº 5717
Cidades

Produtor lucra com limite de importa��es

A redução da quantidade de coco importado para Alagoas, no período de um ano, determinada numa medida provisória do governo federal e que entrou em vigor no mês passado, está trazendo resultados positivos para os produtores de coco do Estado. A informaçã

Por | Edição do dia 26/10/2002 - Matéria atualizada em 26/10/2002 às 00h00

A redução da quantidade de coco importado para Alagoas, no período de um ano, determinada numa medida provisória do governo federal e que entrou em vigor no mês passado, está trazendo resultados positivos para os produtores de coco do Estado. A informação é do presidente da Associação dos Produtores de Coco de Alagoas, Eurico Uchôa. Segundo ele, a medida resultou para a indústria num aumento do preço do coco seco, que passou de R$ 0,14 para R$ 0,60, a unidade, totalizando num aumento de quase 600%. Também provocou o aumento do quilo do coco ralado, que passou de R$ 0,35 para R$ 1,10, bem como numa alíquota de 5,5% sobre o preço do produto importado. O aumento no preço do produto, segundo Uchôa, serve apenas para a indústria, não devendo afetar o preço do coco verde vendido para o consumidor. O oferecimento de linhas de crédito, através do Banco do Brasil e Banco do Nordeste aos produtores do Estado, também foi outra mudança gerada com a aprovação da medida. “Todas essas mudanças permitirão melhorias na produção do coco no Estado”, acentuou. Plantio Com a redução do número de cocos importados para Alagoas, os produtores, em contrapartida, firmaram o compromisso com o governo de revitalizar os coqueirais existentes no Estado, fazendo o plantio de mudas e o tratamento da planta. Uchôa acrescenta, ainda, que a expectativa é efetuar a recuperação de mais 10 mil hectares a cada ano, chegando aos 25 hectares existentes anteriormente. “A expectativa é de que com a revitalização sejam gerados 60 mil empregos no campo”, acentuou.

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