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Segue impasse entre governo e Sinteal

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Enquanto professores se preparam para ir às ruas na próxima terça-feira, dia 20, o governo se mobiliza para enfraquecer o movimento de paralisação na Educação. Depois de entrar com uma ação pedindo a ilegalidade da greve, iniciada na última terça-feira, e de anunciar o rateio do R$ 81 milhões retidos do Fundo da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) entre os professores ativos, o secretário de Estado da Educação e do Esporte, Adriano Soares, por meio de sua assessoria de imprensa, anunciou que, na próxima segunda-feira, enviará à Procuradoria Geral do Estado (PGE) a minuta do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos profissionais de apoio da Educação. Pelos trâmites legais, o documento deve chegar às mão do governador Teotonio Vilela e depois seguir para votação na Assembleia Legislativa. O plano contempla merendeiras, vigilantes, além de outros profissionais do setor administrativo. Ativos e aposentados estão contemplados. Secretaria de Gestão Pública e Secretaria da Fazenda já levantaram o impacto da implantação do PCCS do pessoal de apoio da Educação: R$ 557 mil por mês, sendo R$ 57 mil somente para os inativos.

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