Cidades
Semin�rio discute diversidade sexual
Ser transexual não é fácil. É preciso lutar contra a violência e o preconceito, ao lado de outros ?guerreiros? da igualdade como os gays, lésbicas e bissexuais. Mas as mudanças no corpo de quem decide trocar de sexo podem trazer sérias consequências para isso. Por isso órgãos públicos e o movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) levantam a bandeira do arco-íris em defesa do processo de transexualização do Sistema Único de Saúde (SUS). Este foi um dos pontos do 1º Encontro de Equidade em Saúde para o Público LGBT, promovido pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) e pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). A coordenadora de Minorias Sociais e Diversidade Sexual da Sesau, Margareth Magalhães, explica que o objetivo maior é construir um pacto para a elaboração de um plano estadual para atendimento ao público LGBT. A coordenadora de Diversidade Sexual do Município, Ana Pereira, informa que outro ponto importante deste pacto trata da ?moderação e empoderamento? das mulheres lésbicas. ?Com um plano estadual, nós teremos diretrizes e ações para o atendimento LGBT?.