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Nº 5715
Cidades

Hor�rio de ver�o altera expediente banc�rio

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Por | Edição do dia 29/10/2002 - Matéria atualizada em 29/10/2002 às 00h00

No próximo domingo começa a vigorar o horário de verão nos Estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e na Bahia. Apesar de Alagoas não estar incluída no horário especial, alguns setores da economia do Estado vão mudar sua rotina de funcionamento a partir do dia 3 de novembro até meados de fevereiro. É o caso dos bancos que vão abrir e fechar uma hora mais cedo. No caso da Capital, as agências bancárias vão abrir às 9 horas e encerrar o atendimento ao público às 15 horas. De acordo com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), a medida se deve à compensação eletrônica dos bancos que segue o horário de Brasília. Além de Alagoas, vão sofrer alterações no horário de funcionamento dos bancos, os Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Ceará, Maranhão, Pará, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia e Roraima. Nesses Estados, as únicas exceções serão para as cidades de Manaus, Belém, Fortaleza e Região Metropolitana de Recife. Além dos bancos, os alagoanos vão sentir os efeitos do horário de verão em relação à programação local das redes de televisão, principalmente os telejornais, que começarão uma hora mais cedo. Alguns vôos também sofrerão alteração, principalmente os oriundos dos Estados que aderiram ao horário de verão, que vão chegar a Alagoas uma hora mais cedo. Setores Para outros setores, o horário de verão não deverá ser motivo de mudanças como nas repartições públicas, comércio e escolas, que manterão seus horários normais de abertura e fechamento. O horário de verão vem sendo instituído anualmente no País desde 1985 para que a população obtenha um melhor aproveitamento da luz natural ao entardecer. Dessa forma, é possível promover redução no consumo de energia elétrica, principalmente nos horários de pico, entre 19 e 20 horas. A redução média de 4% no consumo de energia durante o horário de verão gera benefícios ao setor elétrico, seguindo o governo federal, além da economia de energia. Quando a demanda diminui, por exemplo, as empresas que operam o sistema prestam um melhor serviço ao consumidor porque os troncos das linhas de transmissão ficam menos sobrecarregados.

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